Distribuo flores ao som do vento
Espalho perfumes no luar de um novo tempo
Faço-me perceber a força e beleza do castelo
Borbulha-me o pensar sobre como seguir meu caminho.
Tu compreendes estas palavras?
Faz-me olhar o centeio de sua nova língua
Esqueço-me de filosofias baratas
E por mais que sejam piores,
Prefiro por demasiado criar as minhas próprias.
Diga-me vós, amigo meu que decifras-te as escrituras do século
Olhas-te para o futuro a entender o passado
Vê como vejo? A ignorância e insurreição dos blasfemos
Ainda sim pretendes guiar-me a cemitério dos antigos?
Ou o paraíso venenoso dos esquecidos?
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