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sábado, 6 de agosto de 2011

Rafael

Tal cólera não compreendo,
porém eis aqui um pensador,
que com desespero em seus versos,
há de afagar a própria dor.
Não te torturais
Tampouco se abateis,
pois com vis versos formais,
de felicidade,
causarás devastações totais.
Sem um pingo de remorso
Sem uma gota de temor,
pois com um desesperoso verso,
a esse mundo desgraçado
Que reina horror e ódio,
Em tua vontade,
Arrancarás clamor.
http://pensamento-insano.blogspot.com/2010/10/colera.html

Minha Guerra

No caminho do silêncio
Batalhas e batalhas a se travar
Não esqueço meu meio,
de sobreviver e lutar.
 
Mundo imerso, nefasto e confuso
Em meio a guerras e maldições
Lá esta a luz,
nos guiando à verdade absoluta,
de nossos próprios corações
 
Tempestade a cair, ventos a soprar
Me mantenho em profunda sanidade
Lutando com a força de verdade,
para a conquista alcançar.
 
Minha espada brandarei
Guerra, corações a perfurar
Cabeças a rolar
Com mãos trêmulas,
a espada continuarei a empunhar.

Minha vida sem caminhos
Minha estrada sem fim
Percebo que as trevas me envolvem,
no que ganho a batalha enfim.

Estive esperando o momento certo
Sei que posso vencer
A poeira da batalha subirá
Meu poder irá crescer.

A guerra se resume na paz
A paz se resume na guerra
Não perderei jamais,
pois a estrada do meu destino me espera.