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sábado, 7 de dezembro de 2013

Luz de Um Silencio Interior

Penso e levo a ti em receio, 
Tal temor lúgubre de minha solidão
Tal resplendor de minha paixão
E conhecendo esse coração em meu meio,
Jaz uma alma digna de obter perdão.

Nunca reflitas por sobre vossas angústias
Jamais se entregues ao medo das pronúncias,
Porque o frio de seu coração amargo,
Somente a gentileza e amor desse anjo,
Há de um dia ao esquentar, salvá-lo.

Hei, mestre de mente sombria
Em seu ouvido meu coração aflito assovia,
E meus sentimentos mais obscuros despertam
Há de certa forma esquecida,
Obter novamente o calor dos que me amavam?

Sinto-me quente, demasiado feliz,
Como um sol nascente radiante
Algo a mais há obliterar minha tristeza matriz
Um sorriso em meu sujo e esquecido semblante
Há sempre a fé de seguir fortemente,
Seguir o caminho de meu futuro distante.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Separação e Esperança

O amanhecer acabou, o orvalho caiu
Em algum lugar o primeiro canário cantou,
E junto dele um novo dia raiou.

Minhas esperanças guardo no coração
Ainda sinto seu perfume com emoção
Ainda guardo seus beijos e desejos
Fez meu tão belo dia,
Criar nuvens que chorando te perdia.

Irei refazer nosso destino
Ter-lhe novamente comigo
Penses bem no que digo
É uma promessa, não um castigo.

Corações tão longes, mas sempre unidos
Reconquistar-lhe é meu puro combustível
Desfaço-me de amores em sua presença
Perco o rumo da vida em sua ausência.

Promessas serão cumpridas
Lembranças refeitas, novos momentos da vida
Sinto a emoção de um novo futuro que há de acontecer
Um dia novamente juntos eu e você.

Só Pensando

Distribuo flores ao som do vento
Espalho perfumes no luar de um novo tempo
Faço-me perceber a força e beleza do castelo
Borbulha-me o pensar sobre como seguir meu caminho.

Tu compreendes estas palavras?
Faz-me olhar o centeio de sua nova língua
Esqueço-me de filosofias baratas
E por mais que sejam piores,
Prefiro por demasiado criar as minhas próprias.

Diga-me vós, amigo meu que decifras-te as escrituras do século
Olhas-te para o futuro a entender o passado
Vê como vejo? A ignorância e insurreição dos blasfemos
Ainda sim pretendes guiar-me a cemitério dos antigos?
Ou o paraíso venenoso dos esquecidos?

sábado, 5 de janeiro de 2013

Noite de Outono


Detenho-me ao vislumbrar,
Em uma noite de outono,
Fria, taciturna e solitária,
Nada mais brilhante e esplêndido,
Que o seu olhar.

Oh! Minha deusa e rainha.
Percebes que desferistes sem exitação,
Ao meu peito quente de amor,
Um golpe tão voraz,
Que se criou um abismo em meu coração.

Sonho acordar em vossos braços.
Sentir o gosto de nosso suor,
Que em harmoniosa dança sensual,
Esquentou nessa noite fria de paixão,
Nossos corpos em excitação.

Desejo, mas não a tenho.
Olho a lua em sua súbita clareza.
Músicas a tocar, danças a embalar.
Mas minha solidão é eterna,
Que sem você nessa noite fria,
É o mesmo que estar morto por dentro,
Ou preso ao escuro sem a luz do dia.

Pensas que não sei amar,
Glorificar vossa beleza,
Ou não conseguir suportá-la.
Errada, pois estais.
A saudade mostra meu caminho com clareza.
Persigo meu sonho de sempre encontra-la
Para uma noite fria a mais no outono,
Com todo meu corpo em excitante sensação,
Volto loucamente a amá-la.

Poema


Poema, poema meu,
que rumora meus sentimentos,
acalma minh'alma
e transforma em verso seu.

Desespero, ódio, amor, paixão
Em palavras tão sutis,
em versos por demais viris,
Eis que volta a bater
meu coração.

Poema, poema meu,
Por que palavras tão tristes?
Por que mostras-te a escuridão?
Como se jamais compartilhas-tes,
a alegria em meu coração,
ou fundisses palavras
ao autor seu.

Que palavras usarás
Em um único verso tão voraz
Destituir minha dor
Acalentar-me do temor,
e destruir por vez
essa solidão voraz.

Por fim poema meu,
Com suas estrofes e versos
Para qualquer um que lê-los
Seja de alegria ou de tristeza
Encontre sabedoria e beleza,
para que em seu ser,
jamais pereça.

sábado, 6 de agosto de 2011

Rafael

Tal cólera não compreendo,
porém eis aqui um pensador,
que com desespero em seus versos,
há de afagar a própria dor.
Não te torturais
Tampouco se abateis,
pois com vis versos formais,
de felicidade,
causarás devastações totais.
Sem um pingo de remorso
Sem uma gota de temor,
pois com um desesperoso verso,
a esse mundo desgraçado
Que reina horror e ódio,
Em tua vontade,
Arrancarás clamor.
http://pensamento-insano.blogspot.com/2010/10/colera.html

Minha Guerra

No caminho do silêncio
Batalhas e batalhas a se travar
Não esqueço meu meio,
de sobreviver e lutar.
 
Mundo imerso, nefasto e confuso
Em meio a guerras e maldições
Lá esta a luz,
nos guiando à verdade absoluta,
de nossos próprios corações
 
Tempestade a cair, ventos a soprar
Me mantenho em profunda sanidade
Lutando com a força de verdade,
para a conquista alcançar.
 
Minha espada brandarei
Guerra, corações a perfurar
Cabeças a rolar
Com mãos trêmulas,
a espada continuarei a empunhar.

Minha vida sem caminhos
Minha estrada sem fim
Percebo que as trevas me envolvem,
no que ganho a batalha enfim.

Estive esperando o momento certo
Sei que posso vencer
A poeira da batalha subirá
Meu poder irá crescer.

A guerra se resume na paz
A paz se resume na guerra
Não perderei jamais,
pois a estrada do meu destino me espera.