Ólho, vejo, analiso, a mim mesmo, sem muitas chances.
Chances de mudar, chances de algúm dia fazer a diferença,
chances de algúm dia ser quem realmente sou.
Parece-me algo ilusório, distante, perdido, jamais alcançável,
mesmo aqueles em minha volta, pássa-me algo monótomo,
uma direção semi-definida de minha própria vida.
Não destituirei a orden natural a ser empregada neste contexto,
isso por assim dizer, faz parte à convivência humana,
que a ser formada e direcionada ao convívio social me faz
ou nos fazem em geral quem somos e como agimos deliberadamente.
Sentir-me encolerizado por coisas banais,
que se analisar corretamente, terão um significado,
mesmo que seja mínimo,
para uma formação completa de idéias
ou até mesmo de sentimentalismos pré-estabelecidos por mim
para uma compreensão maior do acontecido ou do fato a acontecer.
São fatores e paradigmas como esse q me fazem tentar seguir além de minha capacidade,
de sempre procurar a melhor forma reflexível sobre.
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sábado, 14 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Lua Cheia
Adimiro-te por seu ser,
olho-te por teu meio exuberante,
por demais fáz- me perder
por dias o seu semblante.
Jamais me julgue insano
por lhe admirar sempre ao engano,
um ser que em pudor me revolto
és vil meu melhor sonho.
Nunca te entendo, nem mesmo me esqueço
o seu grande brilhar,
com seu lindo colar
em volta de seu corpo negro a cintilar,
maravilhas que no mundo mereço
sempre a vislumbrar.
És assim grande, amorosa e romântica,
ao teu olhar não me confundo,
serás para mim inspiração
para esse eterno amor profundo.
Tú, lua cheia, sempre admirarei
Em meu coração trazes felicidade,
um ser paciênte serei,
sua luz me renova,
um dia meu ser o amor encontrará de verdade.
domingo, 1 de maio de 2011
Tédio Mortal
Tédio mortal,
em carnficina e destruição
com alegria total
Causo morte e aflição
Terror e ódio se misturam
em decadência, minh'alma em fulgor
Eis que trago em eterno pudor
um apocalipse que em chamas dilaceram.
Cura não há, o que farei?
Pra acalmar esse sentimento horrendo
pessoas matarei
Tédio mortal, assim és,
me deixa morrendo, alma corroendo
droga! estou a seus pés.
Tal tédio disforme, tal tédio consome
alma, força e coragem
Caído, dispercebido, assim ele devora
E imagens de morte aparecem
Do mesmo modo que mato agora.
em carnficina e destruição
com alegria total
Causo morte e aflição
Terror e ódio se misturam
em decadência, minh'alma em fulgor
Eis que trago em eterno pudor
um apocalipse que em chamas dilaceram.
Cura não há, o que farei?
Pra acalmar esse sentimento horrendo
pessoas matarei
Tédio mortal, assim és,
me deixa morrendo, alma corroendo
droga! estou a seus pés.
Tal tédio disforme, tal tédio consome
alma, força e coragem
Caído, dispercebido, assim ele devora
E imagens de morte aparecem
Do mesmo modo que mato agora.
Fantasmas
Há fantasmas de eras longíquas em minhha cabeça.
Falando palavras sultis em pronunciosas danações,
Tais se identificam a mim por criações de textos, poemas,
injúrias e difamações.
Tratados como um delírio, deficiência moral- racional,
mas por conseguinte uma inexplicável loucura voraz.
História e poemas viram e se contorsem
a toda hora em minha mente,romances, filosofias, fantasias,
conhecimentos gerais que contam de modo sagaz
que o meu conhecimento não passa
de um simples nada.
Falando palavras sultis em pronunciosas danações,
Tais se identificam a mim por criações de textos, poemas,
injúrias e difamações.
Tratados como um delírio, deficiência moral- racional,
mas por conseguinte uma inexplicável loucura voraz.
História e poemas viram e se contorsem
a toda hora em minha mente,romances, filosofias, fantasias,
conhecimentos gerais que contam de modo sagaz
que o meu conhecimento não passa
de um simples nada.
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