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domingo, 1 de maio de 2011

Tédio Mortal

Tédio mortal,
em carnficina e destruição
com alegria total
Causo morte e aflição

Terror e ódio se misturam
em decadência, minh'alma em fulgor
Eis que trago em eterno pudor
um apocalipse que em chamas dilaceram.

Cura não há, o que farei?
Pra acalmar esse sentimento horrendo
pessoas matarei
Tédio mortal, assim és,
me deixa morrendo, alma corroendo
droga! estou a seus pés.

Tal tédio disforme, tal tédio consome
alma, força e coragem
Caído, dispercebido, assim ele devora
E imagens de morte aparecem
Do mesmo modo que mato agora.

Fantasmas

Há fantasmas de eras longíquas em minhha cabeça.
Falando palavras sultis em pronunciosas danações,
Tais se identificam a mim por criações de textos, poemas,
injúrias e difamações.
Tratados como um delírio, deficiência moral- racional,
mas por conseguinte uma inexplicável loucura voraz.
História e poemas viram e se contorsem
a toda hora em minha mente,romances, filosofias, fantasias,
conhecimentos gerais que contam de modo sagaz
que o meu conhecimento não passa
de um simples nada.