Total de visualizações de página

domingo, 12 de junho de 2011

Analise incoerente

Minha mente devagar, por demasiada insana, tão vil e próspera,
criando poesia, poema, histórias e filosofias efémeras.
Constituindo-me uma índole quase perfeita.
Ah! divagações que me consternam o pensar, por que a mim tal medo
e felicidade se misturam ao falar?
Será a verdade? Por mentiras contadas ao passar do "Werkglocken" desse mundo,
conhecer a mim, a vós e a tudo, que se esconde no âmago de nossa natureza humana,
um ser inconsequente, selvagem, incontestável e imprudente.
Universalizamos a tudo e a todos, momentos, sentimentos, razões fúteis
e pensares indulgentes, misturam e se  remisturam em fatores retóricos,
afáveis de um amor humano, tal raro e voraz de uma visão minuciosa indecente.
Ao fim, cada qual com seu significado, cada palavra e seu estado,
nunca terá fim seu usar, sua proclamação a assuntos, temas e elogios.
As palavras com idéias e pensares, sempre formaram as colunas universais
do estado mental humano, de sentimentos gerais.
"NAS PALAVRAS SE RESUMEM TUDO, MAS PARA TUDO NÃO SE TEM PALAVRAS"