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sábado, 6 de agosto de 2011

Rafael

Tal cólera não compreendo,
porém eis aqui um pensador,
que com desespero em seus versos,
há de afagar a própria dor.
Não te torturais
Tampouco se abateis,
pois com vis versos formais,
de felicidade,
causarás devastações totais.
Sem um pingo de remorso
Sem uma gota de temor,
pois com um desesperoso verso,
a esse mundo desgraçado
Que reina horror e ódio,
Em tua vontade,
Arrancarás clamor.
http://pensamento-insano.blogspot.com/2010/10/colera.html

Minha Guerra

No caminho do silêncio
Batalhas e batalhas a se travar
Não esqueço meu meio,
de sobreviver e lutar.
 
Mundo imerso, nefasto e confuso
Em meio a guerras e maldições
Lá esta a luz,
nos guiando à verdade absoluta,
de nossos próprios corações
 
Tempestade a cair, ventos a soprar
Me mantenho em profunda sanidade
Lutando com a força de verdade,
para a conquista alcançar.
 
Minha espada brandarei
Guerra, corações a perfurar
Cabeças a rolar
Com mãos trêmulas,
a espada continuarei a empunhar.

Minha vida sem caminhos
Minha estrada sem fim
Percebo que as trevas me envolvem,
no que ganho a batalha enfim.

Estive esperando o momento certo
Sei que posso vencer
A poeira da batalha subirá
Meu poder irá crescer.

A guerra se resume na paz
A paz se resume na guerra
Não perderei jamais,
pois a estrada do meu destino me espera.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Generalização

Os humanos são objetos voltados a uma criação fútil de "amor" e ódio, ao qual o segundo é mais predominante,
há sentimentos incompreensiveis que em certos aspectos, se sobrepôem em cima de vontades e pensamentos, com isso, certamente iremos voltar a estaca zero de nossa criação, restando somente o instinto de sobrevivência, pois não passamos de um súbito animal selvagem, adestrado por uma notória ilusão mundial, tão enganosa e destrutiva chamada "Deus".
Para que um Deus? Por que um universo? Por que uma criação? Há muitas perguntas adversas que consistem nessas três principais.
"Deus", por que criar um ídolo ilusório para sustentar um mundo, uma mentira em sua extrema deformidade moral e racional?
Ousam relacionar tal ídolo religioso sem certa história definida, porém enganadora a momentos de alegria e tristeza. Não há um Deus para fazer as coisas por nós, não tem de onde vir nossa força de vontade a não ser de nós mesmos. A igreja é só um objeto manipulador coexistente com o mundo para alterar a racionalidade humana.
As pessoas são incrédulas em sua própria convicção, a ponto de sacrificar tudo que tem a alguém que só lhes trará a destruição.
Por que um universo? Diferente do que muitos acham, universo não é somente aquele ao qual envolve a terra, mas um tôdo. Universo é aquilo tão fora quanto dentro de nós, ou simplesmente uma matéria ao qual forma um objeto inanimado. Precisamos do universo, não esperamos nada além de nossa morte, e mesmo a morte nunca alterará curso universal das coisas. O que é destruído sempre é substituído por um novo (fim é o começo, e o começo é o fim), nunca vamos mudar este curso por mais que tentemos, chama-se "Trajeto Universal".
Por que uma criação? Jamais saberemos essa resposta, assim como muitas outras. A pergunta sobre a criação foca principalmente a humanidade, mas há outros que estudam a origem antes do grande big-bang ou o porque do acontecimento, dando origem a tudo que sabemos hoje. Talvez saibam que essa é a pior pergunta de todas, mas há também os religiosos com seu Adão e Eva, os primeiros que constituiram o resto da humanidade, o que cria mais lacunas na verdadeira história universal.
A religião coloca o princípio num único individuo, mas se ele nos criou, se perguntem constantemente, quem criou esse tão onipotente ser? Não discutirei tal assunto, não centrarei o texto somente nisso, seguimos adiante com o de antes.
Cientistas falam que naturalmente evoluímos dos macacos, ta certo que somos selvagens civilizados com uma mente avançada, nada mais do que três niveis a mais das deles, mas se tivéssemos evoluído dos macacos, geneticamente ou cronologicamente por assim dizer, com o passar de milhões e milhões de anos, muitos outros também não teriam evoluído durante esse tempo afim de que hoje, uns macacos em suas formas originais, estariam praticamente extintos?
Tentar descobrir nisso tudo o significado da vida, daí acharem o significado de palavras e linguagens relacionadas a ela, sendo que hoje é menos respeitada por não criar mais uma pressão psicológica na sociedade.
A vida é uma assistência verbal do qual difundi um processo as classes sociais, tanto quanto irrompe uma falta de significado subversivo a uma mente desarticulada juvenil, que em dias como hoje, está cada vez mais decadente, não por falta de incompreensão, mas sim por falta de pensamentos próprios, assim se torna uma simples palavra sem nexo.
Por que tais palavras sempre em conjunto, uma ligada a outra?
Vida, amor, Futuro, esperança, ditas diariamente por pessoas que se iludem ao modo de se deixarem levar, palavras com significados insignificantes, ilusões desconexas a uma mente incomprrensívelmente humana.
Vida- um meio que tantos usam para julgar ou interpelar  contra seu modo de viver, fazendo a mente contra você mesmo.
Amor- sentimento inexistente que muitos usam para se iludir, criar domínio sobre outros ou criar escapes de seus próprios medos.
Futuro- Palavra singular caracterizada as próximas ações não determinadas, porém incluída no tempo-espaço sem nexo, com um notório objetivo discutível.
Esperança- sentimento sórdido e vagoroso de ilusão fútil, a uma espera de acontecimentos futuros que provávelmente nunca aconteceram. Esperança somente abrange o inexistente e desvia a mente do curso do que se é real (expulsa o realismo e dá lugar a uma mente doentia).
Por fim, tais palavras ou sentimentos (que seja) são modoas normalmente usados no cotidiano humano, para somente se esquivarem de sua própria deficiência mental (estamos todos incluídos). São só módulos psico-sociais que utilizam uma linguagem analítica coexistente com pensamentos e sugestões alheias ao qual só constituem um mundo mais decadente.

domingo, 10 de julho de 2011

Tristeza e Fúria

Há um temor que assombra meu coração, desvencilha-me de meu ser, me enche de escuridão e horror.
Posso sentir-me afogando em águas negras de mágoas, que de mim não saem, mas provém do exterior. Objetos, ações, amores, pensamentos, inutilidadesa parte, que compõem o que sou para uma casualidade destemida de furor.
Me sinto distante de um mundo, que por mim continuará a se distanciar, sendo incoerênte, imprudente em que minhas ações sugerem, jamais terei apaz de meu ser. Ódio, lamúrias, injúrias, profanações esculturais me trazem um divertimento soberbo, mórbido de raciocínio momentâneo.
Vejo a escuridão, em que não vejo escuridão alguma, envolto em sentimentos cegantes de solidão. Estou transbordando dos piores sentimentos existentes que quardo no coração, trazendo-me nada mais que sofrimento e desilusão, terei eu coração?
Por demasiado deveria estar morto, sumir, deixar para trás o que a vida e o mundo nunca me trouxe. Não nego a existência de um querer falecer, deixar a imagem que se extinguirá pelo tempo, nada mais que 1 ano de lembranças amargas à aqueles que amo.
Invisto contra mim mesmo, num decrépto sentimento como linhas, que ao passar das medidas, se bordam na constituíção de meu vestuário fúnebre, mas de outro modo, viverei, para atormentar aqueles que me odeiam e destruir aqueles que me presenteiam com traição.
Serei o próprio demônio encarnado, um Lúcifer verdadeiro, querendo sempre a destruição de todos, mortes avassaladoras jamais vistas, pensamentos mórbidos, grotescos, bizarros de modo a acalentar-me de uma falsidade constante.
"SOU MEU PRÓPRIO DEUS,SENHOR E ESCRAVO, SEREI SEMPRE EU MESMO, JAMAIS OUSEM CRUZAR MEU CAMINHO, NÃO SEREI PIEDOSO, SEJA A JUSTOS OU INJUSTOS".

Entenda, esqueça!

Destroço-me de injúrias e xingamentos no que concerne sobre meu ser.
Implícito, vós não sois uma divagação ostentável proeminente de ódio e furor? Maliciado em consternações malogradas de seu próprio esquecimento, sobre o seu auto-destrutível pensamento monofóbico?
Eis que assim passo a rever meus pensamentos e desejos fúteis.
Não sabes que a mim, repúdio sentimental sistemático, ei de encaminhar-me a mais desprezível das mortes?
A morte, o falecimento total de integração mútua de minha mente, meu pensar.
Ah! individualismo retórico que em meu eu se alojas, para nada mais me trazer além de repulsas psicológicas.

domingo, 12 de junho de 2011

Analise incoerente

Minha mente devagar, por demasiada insana, tão vil e próspera,
criando poesia, poema, histórias e filosofias efémeras.
Constituindo-me uma índole quase perfeita.
Ah! divagações que me consternam o pensar, por que a mim tal medo
e felicidade se misturam ao falar?
Será a verdade? Por mentiras contadas ao passar do "Werkglocken" desse mundo,
conhecer a mim, a vós e a tudo, que se esconde no âmago de nossa natureza humana,
um ser inconsequente, selvagem, incontestável e imprudente.
Universalizamos a tudo e a todos, momentos, sentimentos, razões fúteis
e pensares indulgentes, misturam e se  remisturam em fatores retóricos,
afáveis de um amor humano, tal raro e voraz de uma visão minuciosa indecente.
Ao fim, cada qual com seu significado, cada palavra e seu estado,
nunca terá fim seu usar, sua proclamação a assuntos, temas e elogios.
As palavras com idéias e pensares, sempre formaram as colunas universais
do estado mental humano, de sentimentos gerais.
"NAS PALAVRAS SE RESUMEM TUDO, MAS PARA TUDO NÃO SE TEM PALAVRAS"

sábado, 14 de maio de 2011

Conviver

 Ólho, vejo, analiso, a mim mesmo, sem muitas chances.
Chances de mudar, chances de algúm dia fazer a diferença,
chances de algúm dia ser quem realmente sou.
    Parece-me algo ilusório, distante, perdido, jamais alcançável,
mesmo aqueles em minha volta, pássa-me algo monótomo,

uma direção semi-definida de minha própria vida.
    Não destituirei a orden natural a ser empregada neste contexto, 

isso por assim dizer, faz parte à convivência humana,
que a ser formada e direcionada ao convívio social me faz 
ou nos fazem em geral quem somos e como agimos deliberadamente.
    Sentir-me encolerizado por coisas banais,

que se analisar corretamente, terão um significado,
mesmo que seja mínimo,
para uma formação completa de idéias
ou até mesmo de sentimentalismos pré-estabelecidos por mim
para uma compreensão maior do acontecido ou do fato a acontecer.
    São fatores e paradigmas como esse q me fazem tentar seguir além de minha capacidade,

de sempre procurar a melhor forma reflexível sobre.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Lua Cheia

Adimiro-te por seu ser,
olho-te por teu meio exuberante,
por demais fáz- me perder
por dias o seu semblante.

Jamais me julgue insano
por lhe admirar sempre ao engano,
um ser que em pudor me revolto
és vil meu melhor sonho.

Nunca te entendo, nem mesmo me esqueço 
o seu grande brilhar,
com seu lindo colar
em volta de seu corpo negro a cintilar,
maravilhas que no mundo mereço
sempre a vislumbrar.

És assim grande, amorosa e romântica,
ao teu olhar não me confundo,
serás para mim inspiração
para esse eterno amor profundo.

Tú, lua cheia, sempre admirarei
Em meu coração trazes felicidade,
um ser paciênte serei,
sua luz me renova,
um dia meu ser o amor encontrará de verdade.



domingo, 1 de maio de 2011

Tédio Mortal

Tédio mortal,
em carnficina e destruição
com alegria total
Causo morte e aflição

Terror e ódio se misturam
em decadência, minh'alma em fulgor
Eis que trago em eterno pudor
um apocalipse que em chamas dilaceram.

Cura não há, o que farei?
Pra acalmar esse sentimento horrendo
pessoas matarei
Tédio mortal, assim és,
me deixa morrendo, alma corroendo
droga! estou a seus pés.

Tal tédio disforme, tal tédio consome
alma, força e coragem
Caído, dispercebido, assim ele devora
E imagens de morte aparecem
Do mesmo modo que mato agora.

Fantasmas

Há fantasmas de eras longíquas em minhha cabeça.
Falando palavras sultis em pronunciosas danações,
Tais se identificam a mim por criações de textos, poemas,
injúrias e difamações.
Tratados como um delírio, deficiência moral- racional,
mas por conseguinte uma inexplicável loucura voraz.
História e poemas viram e se contorsem
a toda hora em minha mente,romances, filosofias, fantasias,
conhecimentos gerais que contam de modo sagaz
que o meu conhecimento não passa
de um simples nada.