Ólho, vejo, analiso, a mim mesmo, sem muitas chances.
Chances de mudar, chances de algúm dia fazer a diferença,
chances de algúm dia ser quem realmente sou.
Parece-me algo ilusório, distante, perdido, jamais alcançável,
mesmo aqueles em minha volta, pássa-me algo monótomo,
uma direção semi-definida de minha própria vida.
Não destituirei a orden natural a ser empregada neste contexto,
isso por assim dizer, faz parte à convivência humana,
que a ser formada e direcionada ao convívio social me faz
ou nos fazem em geral quem somos e como agimos deliberadamente.
Sentir-me encolerizado por coisas banais,
que se analisar corretamente, terão um significado,
mesmo que seja mínimo,
para uma formação completa de idéias
ou até mesmo de sentimentalismos pré-estabelecidos por mim
para uma compreensão maior do acontecido ou do fato a acontecer.
São fatores e paradigmas como esse q me fazem tentar seguir além de minha capacidade,
de sempre procurar a melhor forma reflexível sobre.
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