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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Generalização

Os humanos são objetos voltados a uma criação fútil de "amor" e ódio, ao qual o segundo é mais predominante,
há sentimentos incompreensiveis que em certos aspectos, se sobrepôem em cima de vontades e pensamentos, com isso, certamente iremos voltar a estaca zero de nossa criação, restando somente o instinto de sobrevivência, pois não passamos de um súbito animal selvagem, adestrado por uma notória ilusão mundial, tão enganosa e destrutiva chamada "Deus".
Para que um Deus? Por que um universo? Por que uma criação? Há muitas perguntas adversas que consistem nessas três principais.
"Deus", por que criar um ídolo ilusório para sustentar um mundo, uma mentira em sua extrema deformidade moral e racional?
Ousam relacionar tal ídolo religioso sem certa história definida, porém enganadora a momentos de alegria e tristeza. Não há um Deus para fazer as coisas por nós, não tem de onde vir nossa força de vontade a não ser de nós mesmos. A igreja é só um objeto manipulador coexistente com o mundo para alterar a racionalidade humana.
As pessoas são incrédulas em sua própria convicção, a ponto de sacrificar tudo que tem a alguém que só lhes trará a destruição.
Por que um universo? Diferente do que muitos acham, universo não é somente aquele ao qual envolve a terra, mas um tôdo. Universo é aquilo tão fora quanto dentro de nós, ou simplesmente uma matéria ao qual forma um objeto inanimado. Precisamos do universo, não esperamos nada além de nossa morte, e mesmo a morte nunca alterará curso universal das coisas. O que é destruído sempre é substituído por um novo (fim é o começo, e o começo é o fim), nunca vamos mudar este curso por mais que tentemos, chama-se "Trajeto Universal".
Por que uma criação? Jamais saberemos essa resposta, assim como muitas outras. A pergunta sobre a criação foca principalmente a humanidade, mas há outros que estudam a origem antes do grande big-bang ou o porque do acontecimento, dando origem a tudo que sabemos hoje. Talvez saibam que essa é a pior pergunta de todas, mas há também os religiosos com seu Adão e Eva, os primeiros que constituiram o resto da humanidade, o que cria mais lacunas na verdadeira história universal.
A religião coloca o princípio num único individuo, mas se ele nos criou, se perguntem constantemente, quem criou esse tão onipotente ser? Não discutirei tal assunto, não centrarei o texto somente nisso, seguimos adiante com o de antes.
Cientistas falam que naturalmente evoluímos dos macacos, ta certo que somos selvagens civilizados com uma mente avançada, nada mais do que três niveis a mais das deles, mas se tivéssemos evoluído dos macacos, geneticamente ou cronologicamente por assim dizer, com o passar de milhões e milhões de anos, muitos outros também não teriam evoluído durante esse tempo afim de que hoje, uns macacos em suas formas originais, estariam praticamente extintos?
Tentar descobrir nisso tudo o significado da vida, daí acharem o significado de palavras e linguagens relacionadas a ela, sendo que hoje é menos respeitada por não criar mais uma pressão psicológica na sociedade.
A vida é uma assistência verbal do qual difundi um processo as classes sociais, tanto quanto irrompe uma falta de significado subversivo a uma mente desarticulada juvenil, que em dias como hoje, está cada vez mais decadente, não por falta de incompreensão, mas sim por falta de pensamentos próprios, assim se torna uma simples palavra sem nexo.
Por que tais palavras sempre em conjunto, uma ligada a outra?
Vida, amor, Futuro, esperança, ditas diariamente por pessoas que se iludem ao modo de se deixarem levar, palavras com significados insignificantes, ilusões desconexas a uma mente incomprrensívelmente humana.
Vida- um meio que tantos usam para julgar ou interpelar  contra seu modo de viver, fazendo a mente contra você mesmo.
Amor- sentimento inexistente que muitos usam para se iludir, criar domínio sobre outros ou criar escapes de seus próprios medos.
Futuro- Palavra singular caracterizada as próximas ações não determinadas, porém incluída no tempo-espaço sem nexo, com um notório objetivo discutível.
Esperança- sentimento sórdido e vagoroso de ilusão fútil, a uma espera de acontecimentos futuros que provávelmente nunca aconteceram. Esperança somente abrange o inexistente e desvia a mente do curso do que se é real (expulsa o realismo e dá lugar a uma mente doentia).
Por fim, tais palavras ou sentimentos (que seja) são modoas normalmente usados no cotidiano humano, para somente se esquivarem de sua própria deficiência mental (estamos todos incluídos). São só módulos psico-sociais que utilizam uma linguagem analítica coexistente com pensamentos e sugestões alheias ao qual só constituem um mundo mais decadente.

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